sábado, 26 de março de 2011

Amando o irmão "insuportável"
























O amor ágape é o de Deus por todos, sem exceções. Leandro Teixeira fala muito bem sobre isso em seu blog: http://liberdadeepensar.blogspot.com/2007/10/tipos-de-amor-vamos-entender-melhor-o.html, segue abaixo um trecho da sua postagem sobre amor:
A ilustração clássica desse tipo de amor encontra-se na história do bom samaritano (Lucas 10:29–37), que é contada para ilustrar o amor (agape) ao próximo (v. 27). Quando o samaritano olhou para o homem ferido e sangrando, não houve atração física (eros). O homem que havia sido açoitado não era um ente ou conhecido querido; os judeus e os samaritanos se odiavam(não tinham amor storge). O homem deixado à beira da estrada não era um amigo; ele não tinha nada para oferecer; não havia possibilidade de ação recíproca (philos). Qual seria a única motivação possível para o viajante ajudá-lo? Ele era um semelhante, um ser humano e o bom samaritano disse, em outras palavras: “Por isso eu vou ajudá-lo”. Isto é amor agape.
Esse tipo de amor não é alimentado pelo mérito ou valor da pessoa amada, mas por Deus. Ágape ama até mesmo quando a pessoa amada não é amável, não tem muito valor, não corresponde. Esse amor não é egoísta, não busca a própria felicidade, mas a do outro, a qualquer preço. Não dá 50% para receber 50%; dá 100% e não espera nada em troca.
Há quem diga: “Mas isto não é possível, não é humano!” Tem razão. Ninguém pode amar desse jeito... a menos que Deus lhe dê esse tipo de amor. Ágape é amor divino! Jesus e os apóstolos usaram este substantivo (e o verbo correspondente) quando se referiram ao amor de Deus. Veja estas passagens: Jo 3.13; Rm 5.8; I Jo 4.8-10.

Tenho aprendido sobre amor que precisamos procurar ALGO para amar em cada pessoa, porque em nossa formação humana somos marcados por pedaços da cultura do país, da educação da família, do influência do meios de comunicaçãos, dos ensinamentos na igreja, enfim, possuímos personalidades ímpares, cada ser humano é único. Possuir marcas iguais e adquirir uma afinidade maior com um ou outro irmão não é pecado, é comum, mas não deve-se discriminar, por outro lado, aquele que aparentemente não possui "marcas" semelhantes às suas, porque esse não é o amor Ágape. Como resolver esse dilema?

Estou procurando em cada pessoa um assunto em comum, uma área de conhecimento, um estilo de música, um livro preferido da bíblia, uma marca de roupa (estou apelando mesmo! kkk), procurando qualquer mínimo detalhe que proporcione a comunhão, onde pode-se interagir e ajudar-se até em alguma ocasião. Até as pessoas consideradas as mais "insuportáveis" podem estabelecer uma conversa amigável e uma amizade sob essas condições. É possível sim amar a T-O-D-A-S as espécies de gente. Suportar é preciso, sempre em amor. Mesmo que seja preciso sacrificar, posteriormente, sentirá a recompensa:

"Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos". Romanos 15:1

Pense hoje naquele irmão que tira você da "graça"... rsrsrs... Há entre vocês já uma coisa que os une, o fato de servir a Jesus. Procure as "marcas", os gostos, as semelhanças, mas nunca deixe de lutar pela comunhão e pela paz entre os irmãos.

Fiquem com Deus

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